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Os irmãos do Bento: Pucca

Bento tem irmão e irmãs. Não é meu filho único. Para explicar melhor, dedicarei os próximos posts a apresenta-los. É o fim do anonimato.

Eu comi merda – disse eu ao meu pai. Guarde essa informação.

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precisando de algum drama na sua vida?

PUCCA: a primogênita

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Ela posa pra fotos.Viu como não é cachorro?

Assim que fui morar sozinha, comprei minha primeira – com planos de ser única – cachorra, a Pucca. Uma pug gordinha com o potencial de destruir meus móveis, rolos de papel higiênico e fios da net. Apesar das reformas a que me forçou e das minhas meias roubadas e babadas, Pucca sempre foi muito inteligente e amorosa. Aprendeu tudo muito rápido – talvez porque no primeiro filho estamos com mais energia e paciência. Andava comigo de moto e, até hoje, se vê a bolsa de andar de moto ou qualquer moto em si, começa a se rebolar toda, salta na moto, morde a bolsa, chora, grita, puxa os próprios cabelos. Pra você que achava que Bento é meu primeiro filho, se enganou. Nem ouse a falar isso perto da Pucca, ofenderá a moça. Das três, ela se destaca com sua classe e insiste em tentar me convencer de que não é cachorro. Às vezes, acredito. Pucca, enquanto primeira filha, teve vida de princesa, inclusive uma poltrona. É educada e limpa, não pisa em poças, não ousa sair na chuva, detesta ficar na areia (senta em cangas ou cadeiras), não pega nada com a boca que esteja sujo e não gosta de barulho. Pucca tem o doce hábito de virar imã, pano de chão e travesseirinho para os visitantes da casa. Pra fazer carinho nela, nem precisa se mexer, ela desliza seu pelo gostoso por você. Faz uma espécie de auto-carinho, vamos dizer.Tem a capacidade de amar à primeira vista e se preocupa quando as pessoas que trocam três carinhos com ela vão embora. Pucca é sensível, lambe pessoas que choram e fica as olhando com ar de compreensão.

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Nunca vi filhote mais fofo!

Quando filhote, tinha um hábito engraçado, dormia na sala, em cima da poltrona, mas eu tinha que deixar a porta do meu quarto encostada. Se fechasse, ela vinha e dormia com a bunda na minha porta. Ou então, pegava qualquer objeto e ficava arremessando nela: “Ei, abre essa porta!”

Pucca, minha, do Bento, nossa babá.

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