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Dia Uno

Diário de viagem 15/04

Acordei às 3:15 da manhã para estar no aeroporto às 4. Ajeitei as malas, os gatos, a chave debaixo da porta da vizinha, a mim mesma e fui. Não comi. No aeroporto, um cara da gol informava que haviam 2 documentos a preencher online, 1 a pagar e 10% da minha bateria de celular pra cumprir tudo isso em 20 minutos. Puxei o ar fundo – isso tem me ajudado. Respirar me ajuda. Consegui. A fome já dava os seus sinais. Tomei um todinho, comi a farofa de uma granola que levei e voei. Estava morta. Viajar pra mim é um estresse pré tão grande que penso em desistir de tudo. Bento, gatos e a síndrome da mãe culpada me arrasam. Fico sem saber o que há de tão grande a me mover praquilo tudo.

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A Chegada da Pucca

Meu nome é Fernanda e sempre amei os bichos. Desde que me entendo por gente. Sempre sonhei em ter um, mas não tive na infância. Vivi esse amor através dos bichos da minha avó que morava na zona norte do Rio. Sofri a perda deles, mas não como agora. Continue lendo.

Poluição

Aqui estamos eu e você novamente.

A garganta se inflama em tosse de tudo que tá preso. Mas aprendi que é feio dizer. Continue lendo.

Alive

Saí de casa pedalando pelos buracos das ruas descrente
Pensamentos invadiam e escapoliam na mesma velocidade
Olhar distante da realidade

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Nossa Dimensão

Rasga, lá dentro de mim, a voz que grita por seu nome
Enquanto, aqui fora, me mantenho muda

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Pra Sempre Borboleta

Há 6 anos atrás, eu era apenas uma mocinha sem fazer ideia do que vinha pela frente.

Era apenas uma lagarta inocente

sem saber a borboleta em que me transformaria. Continue lendo.

Palavras pequenas palavras

Uma mãe que se preza observa atentamente – pra não dizer ansiosamente – o desenvolvimento do seu filho. Qualquer ponto fora da curva é um receio. Cedo demais? Tarde demais? Queremos filhos normais e sadios, no entanto cada um tem o seu ritmo, o seu compasso, é importante respeitar. Criança não é iPad que muda a orientação da tela conforme você manda. Continue lendo.

Sorteio do mês das Mães com Rosa Terra

Corra lá na fan page do Blog de uma Mulher que corre com os Lobos e participe!

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Crianças: Nada se Perde, Tudo se Transforma

Eu rio. Melhor, eu rio muito. Não, não, eu gargalho. Gargalho alto. Mais que isso, gargalho alto me jogando no chão e batendo as perninhas no ar. Não, não! Eu gargalho alto me jogando no chão, batendo as perninhas no ar e mijo nas calças quando uma mãe acredita que vai conseguir trabalhar sozinha com um bebê. Continue lendo.

Morde-memórias

Bento tem uma fã no Ateliê (atualmente está fazendo as atividades integradas lá toda segunda, quarta e sexta). Eu sei que ele é a coisa mais linda – e levada – desse mundo e, que uma hora ou outra, mais gente tiraria casquinha. Vá lá, 15kg… Tem pra todo mundo.

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Quem tá vivo sempre aparece

Hãm Hãm… 1, 2, 3 testando…

Alguma hora eu teria que tomar a coragem e ter a cara lavada de aparecer aqui. Nem que fosse pra dar um mísero Feliz 2014. Continue lendo.

Eu e eu mesma – sem Irene

Eu a-do-ro ficar sozinha.

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Na matilha

Curso DOC em foco

Cineastas consagrados e internacionais participam de ciclo de documentários no Rio

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Show de True mom

Aquele dia em que o seu vizinho cruza com você e diz:

– O bebê estava chorando bastante hoje, né? Que foi? Tá doentinho?

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